Steticlin https://steticlin.com.br Varizes e Microvarizes, Especialista em Cirurgia Vascular e Angiologia, médico de varizes, Pinheiros, Centro, Santana, SP< Mon, 19 May 2025 16:20:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 O que é a ozonioterapia e por que ela é polêmica https://steticlin.com.br/o-que-e-a-ozonioterapia-e-por-que-ela-e-polemica/ Tue, 08 Aug 2023 21:14:29 +0000 https://steticlin.com.br/?p=9 bets de 1 real. A ozonioterapia é um procedimento terapêutico que consiste na aplicação da mistura dos gases oxigênio e ozônio em pacientes, visando tratar desde inflamações até infecções. Apesar das suas potenciais promessas, a técnica tem sido alvo de críticas devido à falta de evidências científicas robustas que comprovem sua eficácia.]]> Venha nos visitar para bets de 1 real. A ozonioterapia é um procedimento terapêutico que consiste na aplicação da mistura dos gases oxigênio e ozônio em pacientes, visando tratar desde inflamações até infecções. Apesar das suas potenciais promessas, a técnica tem sido alvo de críticas devido à falta de evidências científicas robustas que comprovem sua eficácia.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o ozônio, devido ao seu poder oxidante e bactericida, é reconhecido para usos odontológicos e estéticos, como tratamento de cárie dental, prevenção de inflamações na gengiva, entre outros. No entanto, não há evidências suficientes até o momento que respaldem outras aplicações médicas do ozônio na modalidade de ozonioterapia em pacientes.

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Recentemente, o presidente Lula sancionou uma lei que autoriza a prática da ozonioterapia em todo o Brasil, ampliando as regulamentações anteriores que dependiam das normas de cada categoria profissional. Contudo, isso não permite que a técnica seja aplicada em outras modalidades até que a Anvisa estabeleça novas regulamentações.

Wanessa Ribeiro, especialista em ozonioterapia, destaca as potenciais vantagens do método, como a ajuda na cicatrização que poderia evitar amputações em diabéticos, além de propriedades anti-inflamatórias e antissépticas. Ela ressalta que as críticas à técnica muitas vezes derivam de interesses de mercado e que a ozonioterapia deve ser vista como complementar a outras terapias, como acupuntura e homeopatia.

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Apesar do apoio de alguns conselhos profissionais, como os de farmácia, fisioterapia, enfermagem e biomedicina, a medicina tradicional continua a não reconhecer a ozonioterapia como um tratamento validado. O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Academia Nacional de Medicina (ANM) afirmam que a técnica ainda é experimental e carece de estudos científicos conclusivos sobre sua eficácia e segurança.

Assim, enquanto alguns profissionais e especialistas defendem os benefícios potenciais da ozonioterapia, a comunidade médica permanece dividida quanto ao seu reconhecimento e uso clínico, enfatizando a importância de realizar o procedimento apenas em ambiente controlado de estudos científicos até que mais evidências sejam estabelecidas.

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Vacina contra câncer de pele mais letal entra na última fase de teste; saiba como funciona https://steticlin.com.br/vacina-contra-cancer-de-pele-mais-letal-entra-na-ultima-fase-de-teste-saiba-como-funciona/ Fri, 28 Jul 2023 21:17:15 +0000 https://steticlin.com.br/?p=14 As empresas Moderna e MSD anunciaram que seu tratamento combinado contra o melanoma, o tipo mais letal de câncer de pele, avançará para a terceira e última fase de testes clínicos. Esta etapa envolve uma nova vacina e o uso de um medicamento já estabelecido no combate à doença.

O estudo recrutará aproximadamente 1.089 pessoas maiores de 18 anos em cerca de 25 países, com as primeiras inscrições já iniciadas na Austrália, conforme comunicado conjunto das empresas. A pesquisa está prevista para durar mais de um ano.

Resultados preliminares de um estudo intermediário com 157 pacientes mostraram que a combinação da vacina com a imunoterapia Keytruda reduziu em 44% o risco de recorrência ou morte em pacientes com melanoma, em comparação com o uso isolado do Keytruda, como reportado pela agência de notícias “Reuters”.

Kyle Holen, vice-presidente sênior e chefe de desenvolvimento, terapêutica e oncologia da Moderna, descreveu o início da fase 3 do estudo como um marco empolgante e crucial. Ele destacou o compromisso contínuo das empresas em explorar como a terapia personalizada com neoantígenos pode potencialmente transformar o tratamento do melanoma, a forma mais grave de câncer de pele.

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Além do melanoma, a Moderna e a MSD planejam expandir seu programa para outros tipos de câncer, incluindo o de pulmão de células não pequenas.

A vacina experimental da Moderna utiliza a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), semelhante àquela empregada em algumas vacinas contra a Covid-19, para estimular uma resposta imunológica direcionada a tumores específicos. Cada vacina é individualizada com base na sequência genética do tumor de cada paciente.

Enquanto a imunoterapia Keytruda da MSD já é utilizada para estimular o sistema imunológico a atacar os tumores, a combinação dos dois tratamentos visa potencializar os resultados terapêuticos.

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O estudo em fase 3 é randomizado, duplo-cego e controlado por placebo e comparador ativo, visando avaliar tanto a eficácia quanto a segurança da vacina. Os participantes serão monitorados rigorosamente ao longo do tratamento.

Melanoma é caracterizado pelo crescimento descontrolado de células produtoras de pigmento e tem visto um aumento significativo de casos globalmente nas últimas décadas. Em 2020, cerca de 325 mil novos casos foram diagnosticados em todo o mundo, segundo informações das farmacêuticas. Nos Estados Unidos, especialistas estimam que serão diagnosticados aproximadamente 100 mil novos casos este ano, com quase 8.000 mortes decorrentes da doença.

O melanoma é um dos tipos mais comuns de câncer de pele diagnosticados nos EUA, sendo responsável pela maioria das mortes entre os cânceres de pele.

Este tratamento inovador representa uma promessa significativa no avanço do combate ao melanoma, apesar de ainda estar em fase de testes clínicos para comprovação de sua eficácia e segurança.

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Gêmeas idênticas têm mesma mutação genética, mas apenas uma manifesta a doença; entenda o porquê https://steticlin.com.br/gemeas-identicas-tem-mesma-mutacao-genetica-mas-apenas-uma-manifesta-a-doenca-entenda-o-porque/ Wed, 26 Jul 2023 21:18:40 +0000 https://steticlin.com.br/?p=19 A história das irmãs Cayetana e Celia, ambas de 12 anos, destaca os mistérios ainda não totalmente compreendidos em torno dos gêmeos. Ambas possuem uma mesma mutação genética responsável pela heteroplasia óssea progressiva, um distúrbio que causa ossificação de músculos e articulações. Curiosamente, apesar de serem gêmeas idênticas e compartilharem essa mutação genética, apenas uma das irmãs apresenta sintomas da doença.

Essa mutação específica inativa o gene GNAS, cuja função é impedir a formação de osso em locais onde não é esperado. A pergunta que surge é por que uma das gêmeas manifesta a doença de forma agressiva enquanto a outra não. A resposta, embora simples, reside no fato de que, apesar de geneticamente idênticas, as gêmeas são individualmente distintas.

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Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Porto e da Universidade Hadassah-Hebrew em Israel oferece insights sobre essa questão. Ele destaca que gêmeos monozigóticos, embora se originem de um único zigoto e sejam considerados geneticamente idênticos, nunca são completamente iguais. Diversos fatores como influências genéticas, epigenéticas e ambientais contribuem para essas diferenças.

Heloísa G. Santos, geneticista clínica e doutorada em Genética Médica pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, explicou à CNN que a situação das irmãs Cayetana e Celia está inserida em um espectro de condições como o Pseudo-Hipoparatireoidismo, que apresenta uma grande variabilidade mesmo dentro da mesma família.

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Ela sugere que a irmã mais afetada pela heteroplasia óssea progressiva poderia ter uma segunda mutação que a outra irmã não possui, o que poderia explicar as diferenças na expressão da doença. A variação nos padrões epigenéticos também é apontada como um possível fator, embora raro, que pode contribuir para essas disparidades entre gêmeos idênticos.

Assim, o caso das irmãs Cayetana e Celia ilustra como pequenas diferenças genéticas e ambientais podem resultar em manifestações distintas de doenças, mesmo em indivíduos geneticamente semelhantes.

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Roberto Kalil fala sobre doença de Alzheimer no CNN Sinais Vitais https://steticlin.com.br/roberto-kalil-fala-sobre-doenca-de-alzheimer-no-cnn-sinais-vitais/ Fri, 21 Jul 2023 21:19:55 +0000 https://steticlin.com.br/?p=24 O que ocorre quando a perda de memória, um conceito que evoca várias emoções e lembranças, se torna um sinal? A ferramenta que inicia grandes movimentos ou pequenas ações significativas está se desvanecendo? A memória, que nos distingue de outros animais, é o que buscamos internamente para encontrar paz, buscar ajuda, oferecer carinho, nos perder e nos reencontrar, se esvai… De maneira poética e ao mesmo tempo numa narrativa leve e direta, o ator Alexandre Borges elabora a memória das palavras em conjunto com o Dr. Roberto Kalil para abordar os aspectos relacionados à doença de Alzheimer.

O programa chamado “A memória das palavras” irá detalhar a jornada do ator Alexandre Borges, que interrompeu sua carreira artística por um período para cuidar de sua mãe, vítima da doença. “Neste momento, você começa a reavaliar quais são as suas prioridades na vida. Eu acho que o fato de eu ter parado, temporariamente, algumas coisas, por ser filho único, para mim não é algo heroico. Eu vejo como uma obrigação de filho. Para mim, é uma gratidão, uma forma de retribuição, um ato de amor em um momento em que aquele que te deu tanto amor, te criou e te ensinou tudo na vida, precisa de você”, compartilhou Borges.

A palavra “Alzheimer”, conforme explicado por Alexandre Busse, geriatra e pesquisador sobre Memória e Envelhecimento na Faculdade de Medicina da USP, vem do neuropatologista que descreveu a doença, Alois Alzheimer, um alemão que descreveu essa enfermidade por volta de 1907 e publicou os resultados. Ele identificou a neuropatologia e as alterações que ocorrem no cérebro de pessoas com cerca de cinquenta anos. A presença de sinais de demência era rara nessa faixa etária.

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Dr. Kalil nos convida a entender o processo de identificação da doença. O diagnóstico ocorre quando o indivíduo começa a apresentar problemas clínicos, principalmente na memória e dificuldades de memorização. São realizados testes para verificar se a memória e o raciocínio da pessoa estão de acordo com a idade.

“A doença de Alzheimer tem seu início cerca de 20 anos antes das manifestações clínicas”, explicou Ricardo Nitrini, neurologista, professor titular de Neurologia da Universidade de São Paulo, fundador e coordenador do GNCC – Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. “O diagnóstico precoce não modifica o prognóstico, pois não temos um tratamento definitivo. Há uma postura entre os profissionais de saúde de que não há o que fazer, mas há sim. O cuidado precisa começar cedo, exercitar a memória para retardar os declínios clínicos”, indicou.

Embora não exista atualmente um medicamento capaz de interromper o avanço da doença de Alzheimer, o FDA aprovou, com certas restrições, um novo medicamento com suposta ação biológica chamado Aducanumab. Na doença de Alzheimer, ocorre uma deposição anormal de placas amiloides, um tipo de proteína cerebral característica dessa condição. Este novo medicamento é capaz de retardar a progressão da doença, em vez de apenas aliviar os sintomas, como os medicamentos existentes atualmente.

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“Existem argumentos a favor e contrários à aprovação, mas é um fato que foi aprovado nos Estados Unidos, submetido à Anvisa e aguarda liberação. Uma droga anti amiloide é útil para quem? Quais pacientes irão se beneficiar desse tipo de intervenção?”, provocou Orestes Forlenza, psiquiatra e coordenador do Ambulatório de Psiquiatria Geriátrica do Laboratório de Neurociências do Instituto de Psiquiatria.

Dr. Kalil também abordou a necessidade de cuidados com os cuidadores de pacientes com Alzheimer, pois a doença exige um grande esforço em termos de cuidados emocionais, clínicos e psicológicos. Muitos países já possuem planos nacionais para demência, e o Brasil está avançando nesse sentido, auxiliando tanto os pacientes quanto os cuidadores, que passam a maior parte de suas vidas cuidando de outra pessoa, muitas vezes lidando com o esquecimento repetitivo daquela pessoa pela qual dedicam 24 horas por dia.

Para manter a memória saudável e em forma, é essencial manter o cérebro ativo através de várias práticas. Algumas recomendações incluem:

– Ler regularmente para estimular o cérebro.

– Aprender novos idiomas ou habilidades para desafiar a mente.

– Participar de cursos e atividades que envolvam aprendizado contínuo.

– Priorizar interações sociais e manter relações afetivas, pois isso ajuda a exercitar a memória.

Além disso, é importante agir proativamente em relação ao diagnóstico de problemas de memória, buscando tratamento e medidas preventivas o mais cedo possível. Evitar lidar com a situação só acentua o problema. Lembre-se de que mesmo em casos de demência, há momentos de lucidez e afeto que contribuem significativamente para a saúde.

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